Bemobi aquisição Paytime PaaS

Companhia consolida liderança em soluções de pagamentos e cria nova estrutura para o modelo Payment as a Service

A Bemobi (BMOB3) anunciou a aquisição estratégica da Paytime. A transação envolve a compra de 50,1% da fintech. Este movimento marca o lançamento oficial da unidade Bemobi PaaS. A empresa consolida sua posição como líder em soluções de pagamentos. O anúncio ocorre em um momento de forte expansão financeira.

O que muda com a aquisição da Paytime?

A chegada da Paytime traz infraestrutura no-code para a Bemobi. A fintech é pioneira no modelo white label no País. Agora, o ecossistema da companhia ganha uma camada estratégica de pagamentos. Isso permite a criação rápida de novos produtos digitais. Pedro Ripper, cofundador e CEO da Bemobi destaca a importância histórica deste movimento. “O ano de 2025 foi histórico para nós. A chegada da Paytime adiciona infraestrutura financeira estratégica ao nosso ecossistema. Vamos acelerar a expansão em diferentes verticais de negócio agora.”

Como funciona o novo modelo Bemobi PaaS?

A nova unidade de negócios foca no modelo B2B2B. Parceiros especializados podem integrar o Bemobi Pay às suas soluções. Fabricantes, distribuidores e redes de franquias são o público-alvo. Isso elimina a necessidade de desenvolver infraestrutura própria de cobrança. A solução oferece segurança e alta conversão para os clientes.

A integração combina tecnologia de ponta e expertise financeira. O objetivo é entregar experiências completas de pagamento no mercado. O modelo PaaS permite diversificar o portfólio sem novas aquisições. A Bemobi reforça sua posição como plataforma de infraestrutura financeira.

Quais setores serão atendidos pela Bemobi?

A empresa já atende grandes players de serviços recorrentes. Os setores incluem telecomunicações, energia, saneamento, educação e saúde. Atualmente, a Bemobi atende 15 das 20 maiores do país. A oferta integrada de software torna as cobranças mais eficientes. O foco é a especialização por cada vertical de indústria.

Todas as plataformas adquiridas estão conectadas ao Bemobi Pay. O sistema centraliza a experiência de pagamento do usuário final. A nova unidade PaaS expande essa capilaridade para novos mercados. A digitalização de processos financeiros ganha mais agilidade com esta união.

Qual o volume financeiro da nova operação?

A Paytime possui mais de 700 parceiros ativos hoje. Cerca de 300 mil estabelecimentos estão conectados à sua plataforma. O volume de transações (TPV) médio anual atinge R$ 15 bilhões. A infraestrutura permite criar produtos financeiros de forma simples. “Essa união vai permitir acelerar a inovação tecnológica. Ganhamos escala e capacidade de investimento para o mercado. Vamos reduzir barreiras para criação de produtos financeiros nas corporações”, comemora Leonardo Moreira Gomes, CEO da Paytime.

O que esperar da gestão da Paytime?

A operação para pequenas empresas continuará independente no mercado. Leonardo Moreira Gomes seguirá liderando as frentes de negócio atuais. A marca Paytime será mantida para preservar o foco operacional. A Bemobi poderá adquirir os 49,9% restantes até o ano 2031. A transação teve assessoria jurídica da Pinheiro Guimarães.

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