Pequenas e médias empresas brasileiras adotam tecnologias robustas para elevar a eficiência e competir com grandes corporações
O Brasil alcançou a 10ª posição global em investimentos de tecnologia. No último ano, os aportes no setor somaram US$ 58,6 bilhões. As PMEs brasileiras agora investem estrategicamente como as grandes corporações. Elas buscam mudanças profundas em processos e modelos de gestão. A digitalização deixou de ser uma ação isolada no país. Agora, ela faz parte do planejamento central das empresas.
Como a tecnologia redefine os processos?
As pequenas empresas utilizam nuvem, ERP e automação de forma integrada. Essa combinação reduz custos e aumenta a velocidade de resposta. As PMEs conseguem atender melhor as exigências do consumidor moderno. A eficiência operacional aproxima esses negócios do nível das gigantes. Sistemas inteligentes facilitam a gestão de dados em tempo real. O resultado é um fortalecimento real da competitividade nacional.
Qual o papel dos dados no varejo?
No varejo de proximidade, a inteligência de dados dita o ritmo. O market4u utiliza análise preditiva para gerir seus mercados autônomos. Eduardo Córdova, CEO do market4u, explica que a tecnologia otimiza toda a logística. “A precificação dinâmica reduz desperdícios e melhora a experiência do cliente. O monitoramento remoto permite ajustes rápidos conforme o comportamento local. É o uso da tecnologia para escalar operações complexas. A combinação dessas soluções reduz desperdícios e otimiza a logística operacional”, analisa.
Como a inovação impacta a saúde?
A Six Clinic estruturou um modelo de atendimento 100% on-line. A tecnologia permite que o cuidado especializado ignore barreiras geográficas. Telemedicina e suporte digital garantem acompanhamento contínuo para os pacientes. Esse formato padroniza processos e amplia a escala do negócio. O investimento estratégico em logística e suporte gera impacto real. A inovação tornou-se o eixo central dessa expansão acelerada.
Por que a indústria deve investir agora?
Para a indústria nacional, inovar tornou-se um fator de sobrevivência. A Rayflex aposta em tecnologia para liderar o mercado de portas. Giordania Tavares, CEO da empresa, ressalta que investir garante a sustentabilidade do negócio. A empresa desenvolveu soluções nacionais com padrões internacionais de qualidade. “O amadurecimento do segmento industrial depende diretamente desses novos aportes. A tecnologia é o diferencial que sustenta o crescimento contínuo. Investir em tecnologia é pensar na sustentabilidade das empresas no mercado.”
O que muda nos pagamentos e ensino?
O Pix mudou a lógica das transações financeiras no varejo. Leandro Fiúza, CEO da SaqPay, destaca ganhos reais em eficiência operacional. O sistema digital reduz erros e acelera a tomada de decisão. Na educação, a Spaceclass usa IA para personalizar o aprendizado. Raphael Brito, CEO da empresa, afirma que a tecnologia melhora a jornada do aluno. O foco em escalabilidade permite tornar o ensino dinâmico e acessível.
